sábado, 31 de agosto de 2013

Gatas tesudinhas fazem show na webcam


Vizinho me flagrou e tive que dar para ele

Outro fato que aconteceu quando eu era casado, o que fui por 6 anos como relatei nos contos anteriores, morava em um apto naqueles prédios de apenas 3 andares com 2 aptos por andar, minha esposa além da área de dança fazia alguns trabalhos a parte para ganhar um pouco mais, como vender lingeries que vendia para as amigas e pessoas conhecidas, ela pegava na capital por atacado e vendia na nossa cidade, agora gente como tenho este lado cdzinha (Crossdresser) super exibicionista e que adoraaaaaaaaaaaaa roupinhas femininas já pensaram uma esposa que vende lingeries e viajava de vez em quando ficando fora por 3 ou até 5 dias, já imaginaram né, eu vestia todas e aproveitava que ela adorava roupas coladinhas, ela tinha o corpo em forma, não tinha as minhas curvas rsrsrs mais ficava gostosa de vestido coladinho, shortinhos, fio dental, sandálias, saltos altos etc…. quando ela viajava a cdzinha que sou eu se soltava rsrsrs e como se soltava, esperava todos dormirem no meu prédio me montava todinha (Infelismente só não tinha peruca, mais fazia um arranjo no cabelo com um lenço grande preto de renda que até parecia) vestia um mini vestido coladinho de malha com lycra dela, curtíssimo, calcinha fio dental e sutiã pretinhos e sandália gladiadora de salto alto, minha esposa adorava estas sandálias que tem aquelas fitas que circulam nas pernas para fechar, e depois toda descolorida com meus pelinhos loirinhos que ela mesma tinha descolorido porque achava bonito meus pelos clarinhos para ela se deliciar, eu abria a porta da sala e saia lá pelas 2 da manhã quando todos estavam dormindo no prédio, sempre com coração batendo forte saia com cuidado na ponta dos pezinhos ou do salto alto rsrsrs até chegar na portaria (O nosso prédio por ser pequeno não tinha porteiro) e andava para um lado e para o outro desfilando toda toda rebolando, e como eu rebolava viu rsrsrs. Nós morávamos no 2 andar do predinho, fiz isto muitas vezes, adoro me exibir para o espelho depois assim toda montadinha em saidinhas escondidas, até que um belo dia euzinha estava toda toda na escada de tubinho preto curtíssimo quase mostrando a calcinha desfilando ia lá embaixo olhava na portaria, chegava até perto da garagem e voltava para a portaria rebolando de salto alto e quando subia as escadas, parei e fiquei de quatro na escada me exibindo quando de repente.... ...fui flagrada pelo meu vizinho que chegou em silencio sem fazer barulho nenhum, levei um tremendo susto quando vi ele, sai correndo mostrando a calcinha para ele já que ele estava embaixo na escada e entrei no meu apto com o coração saindo pela boca, depois de uns minutos alguém bate na minha porta, não abri é claro fiquei quieta só ouvindo, no outro dia, ele veio falar comigo, eu vestido normal de hominho no dia a dia de trabalho, ele disse – olha não fique preocupado não irei falar para ninguém o que eu vi, mesmo porque eu adorei, aquela imagem de você subindo as escadas de vestido curtinho mostrando a calcinha enfiada na bundinha com aquelas suas curvas femininas não saem da minha cabeça, nem dormir eu consegui, me masturbei muito lembrando da cena você de mini vestido curtíssimo com a sua calcinha aparecendo e de salto alto toda lisinha e gostosa, adoraria te ver de novo daquele jeito mais sem pressa e com o máximo de cuidado tanto para mim como para você, fiquei sem palavras, ele me tranqüilizou, fique calmo vai ser legal, não tenho prenconceito e adorei você se soltar daquele jeito enquanto sua esposa está viajando, me promete que vai pensar e me fala quando poderei te ver de novo toda vestida como fêmea como te vi e adorei. Falei que iria ver e avisaria ele, ele me passou o telefone anotei e fui embora. Um dia quando minha esposa estava viajando de novo, ela tinha comprado lindas roupas para ela e tinha um monte de lingeries lindas que eram para vender, afff eu olhava e queria todas rsrssrs eu não resisti e pensei tenho que fazer algo para ele senão vai que ele resolve contar para todo mundo o que eu faço tarde da noite nas escadas e na portaria do prédio, não podia correr este risco, liguei para ele e disse que sairia naquela noite, ele adorou porque ele estava sozinho a mulher e os filhos estavam viajando para a casa da mãe dela em outro estado. Lá pelas 2 da manhã, com tudo em silencio, todos dormindo, eu sai toda de mini vestido curtinho de malha solto com babadinhos preto, calcinha e sutiã pretinhos, salto alto pretinho bem sexy quando olhei no espelho pensei se eu fosse homem eu me comia agora mesmo rsrsrs estava muito gostosa, nem parecia homem não, com aquele lenço grande de rendas preto que eu fazia um arranjo na cabeça parecia cabelos longos, sempre tive curvas bem femininas desde novinha, cintura fina, bumbum grande e coxas grossas, era excitante me ver no espelho toda sexy daquele jeito, olhava e imaginava o que ele iria sentir quando me visse assim, eu desci as escadas bem devagar com o maior medo, adrenalina pura, coração batendo forte, vai que alguém surge de repente de um dos aptos, aiaiaia que loucura aquilo que fiz tantas vezes, fiquei lá embaixo tinha uma penumbra da luz da rua que entrava, de repente ouvi baixinho oi sou eu, gelei nossa é uma sensação estranha estar vestida daquele jeito com alguém preste a ver tudo, ele chegou bem mansinho no meu ouvido e falou baixinho – você esta linda, maravilhosa! Agradeci e fiquei mais calma, falo no feminino porque eu estava toda fêmea mesmo, ele me elogiava me pegou minha mão me fez dar voltinhas e dizia meu deus que corpo gostoso você tem, melhor que muitas mulheres, que delicia, e encostou no meu bumbum por trás abraçando, senti aquele volume duríssimo querendo pular para fora, ele de bermuda ainda esfregava aquele pinto pulsando na minha bunda por cima do mini vestido e dizia estou com muito tesão, te quero, quero comer esta bunda gostosa aqui na escada, quero encher esta bunda gostosa de leitinho quente e rolava aquele pinto pulsando de tão duro de um lado para o outro das bandas do meu bumbum, fiquei com medo porque poderia aparecer alguém e naquela época eu era praticamente virgem, só tinha tido relação com homem na infância, como contei em outro conto meu acontecido quando era novinho.
Ele me tranqüilizou dizendo que não faríamos barulho e como era período de férias escolares quase todos estavam viajando, ele por trás me passava a mão no corpo todo, nos peitinhos que eu fazia de um jeito que ate pareciam reais, levantava meu vestido e enfiava a mão no meu bumbum e na calcinha fio dental atoladinha dizendo que delicia se minha mulher tivesse um bumbum assim eu comeria todo dia – nossa eu vibrava quando ele falava assim.
Ele não agüentava mais e falou – chupa ele senão não vou agüentar, chupa eu disse que nunca tinha feito aquilo (na verdade tinha feito quando criança) ele insistiu morrendo de tesão abriu a calça e soltou aquele pinto duro que pulou pra cima de tão duro, não era muito grande não, tinha uns 17 cm mais era grosso e tinha uma cabeça vermelha com aquelas veias aparecendo e pulsando que era um tesão, não resisti me abaixei e cai de boca (eu estava bem fêmea mesmo de batom, rimel, gloss, brincos de pressão etc…) beijei a cabeça grande depois passei a língua nele todinho, ele gemeu forte e engoli ele todinho e comecei a chupar lembrando da minha infância, que delicia aquele pinto duro e gostoso entrando na minha boquinha, engolia tudo e tirava, lambuzei ele todinho de batom, ele apertava minha cabeça meus ombros e gemia gemia até que não agüentou e soltou tudo na minha boca, nosssssa quase engasguei, era muito gozo demais e ele pediu engoli tudo porque não temos como limpar agora se cair no chão, engoli tudo, nossa era muito e ainda lambi o pinto dele e minha boca ele adorou e me deu um beijão na boca dizendo você é deliciosa demais, quando a coisa iria começar a esquentar de novo, uma das portas da garagem começou a abrir, nossa gelei alguém estava chegando, paramos por ali e fomos cada um para o seu apto, eu fiquei um bom tempo sentada no sofá lembrando da cena, como era uma sexta-feira e nem ele nem eu trabalhávamos no sábado, o tempo estava livre, quando levantei para ir tomar banho e dormir, bateu de leve uns toquinhos na porta, devia ser ele, olhei pelo olho mágico e era, abri ele já entrou me beijando e abraçando e dizendo te quero não vou conseguir dormir assim não, e foi me agarrando e sentou no sofá me colocando no colo dele, o pinto dele já estava duríssimo de novo, que fogo ele tinha, me dizia coisas bem carinhosas no ouvido, seu pinto duríssimo já fora da bermuda entrava no meio das minhas coxas por baixo do mini vestido roçando a calcinha enfiada querendo entrar, estava até molhadinho saindo caldinho do tanto que ele estava com tesão, ele me agarrava sentada no colo dele, passando as mãos pelos meus peitinhos que ficavam iguais peitinhos mesmo até com os biquinhos apontados, sentia o pinto dele no meio do meu bumbum e roçava as bandas do meu bumbum de um lado para outro em cima do pinto durão dele, depois pediu para eu ficar de quatro no sofá, fiquei quando ele levantou meu mini vestido e viu a calcinha enterrada no bumbum ficou louco, aiaaiiii que delicia de bunda você tem, sua esposa deve ficar doida com este bundão lindo seu, sua esposa deve chupar muito esta bunda gostosa, hummmm toda lisinha redondinha com estes pelinhos loirinhos você é gostosa demais menina e passava a mão nas minhas coxas grossas e no meu bumbum não agüentou e enfiou a cara no meio da minha bunda com as mãos agarradas na minha cintura, chupava e enfiava a língua no meu cuzinho mesmo por cima da calcinha e dizia, que tesão de putinha mais gostosa, puxou a calcinha pro lado e disse hummmm que botãozinho rosadinho mais fechadinho e enterrou a língua nele, enterrou mesmo, o danado enfiava a língua lá dentro de tal forma que me fazia ver estrelas de tesão eu olhava para trás e via a cara dele pra dentro do meu bumbum que cena sexy aquela quando me lembro, me comia com a língua entrava quase toda no meu cuzinho piscando, ele ficou assim por uma meia hora, eu estava quase explodindo de tesão mesmo sem me tocar meu pinto estava duríssimo também encostando na minha barriga, depois de beijar e chupar muitoooooo meu cuzinho deixando tudo babado, molhado ele se levantou e chegou a pinto duro na minha boca e disse chupa, molha ele bem que vou comer esta sua bunda gostosa sua putinha, chupa e molha bem ele que vou enterrar tudo no seu cuzinho…..estava toda arrepiada de ouvir ele dizendo isto, chupei e molhei o pinto dele todinho, a cabeça estava até brilhando de tão inchada, ele tirou da minha boca ficou atrás de mim e tentou colocar mais minha bunda e bem juntinha as bandas ai ele pedi abri a bundinha para mim tesão, eu abri com as duas mãos expondo meu botãozinho que é minúsculo, ele adorou a visão e encostou a cabeça no meu cuzinho, ai que sensação deliciosa, só quem já sentiu sabe como é, como estava bem molhado e o pinto dele não era daqueles imensos, ele forçou e aos poucos começou a entrar, delicia a cabeça entrou doeu um pouco mais ele esperou com calma, pedi para ele esperar, ele era super carinhoso, me fazia carinhos o tempo todo, me sentia mulher com ele, sentia a cabeça dentro de mim ai ele foi enfiando devagarinho pouco a pouco até que senti os pelos dele encostando na minha bunda, hummmmm estava todo dentro, meus olhos até fechavam de tanto tesão, ele me segurando pela cintura dizia, esta doendo amor, esta doendo, eu disse não, ele começou a fazer os vai e vem dentro de mim de leve depois foi aumentando e dizia hummmm que bunda gostosa, que delicia que cuzinho mais apertado, o da minha esposa é largo porque ela tem problema de hemorróidas, o seu é macio e apertadinho que delicia isto e gemia gemia e eu sentindo aquele pinto duro entrando tudo no meu rabinho, eu apertava o pinto dele com meu anelzinho, aquilo deixava ele com mais tesão ainda, ele pedia aperta aperta mais este cuzinho no meu pau delicia aperta, não agüentei e gozei tudo em cima do sofá ele ainda ficou um tempinho me comendo gostoso até que não agüentando mais soltou o jorro dentro de mim em golfadas que eu sentia cada uma delas saindo (não usamos camisinha) apertava muito minha cintura e enfiava mais pra dentro gozando até que tirou o pinto até vermelho e caiu sentado no sofá de tão cansado, nossa saiu um monte de leite quente do meu cuzinho escorrendo pelas coxas eu sai rápido e fui pro banheiro me limpar, ele veio atrás e enquanto eu me limpava ele me beijava a nuca e dizia você é gostosa demais sua safadinha, tenho inveja da sua mulher ela dorme com você todos os dias, aquilo me deixava acesa, quando olhei e vi ele já estava em ponto de bala de novo e eu encostada na pia do lavabo com as duas mãos me limpando, ele me encostou de novo aquela pica dura na bunda e roçando no meio das minhas popinhas cheio de tesão gemendo com aquele pinto duro cabeçona vermelha, esfregando sem parar o pau no meu reguinho molhado, suado, gozado com a calcinha ainda pro ladinho, ele foi enfiando de novo com tesão e dizia me olhando no espelho sua putinha safada gostosa, que delicia de cuzinho você tem e bombava forte sem parar me forçando na pia e dando tapinhas na minha bunda eu com minhas pernas juntas bunda empinada no meio das pernas dele abertas, ele deu um gemido forte me apertando na cintura e gozou de novo dentro de mim beijando minha nuca, orelha, costas e passando a mão na minha bunda, mortos de cansados entramos tomamos um banho e depois sentados no sofá ele me disse que foi o gozo mais incrível da vida dele, nunca gozou tanto e nem tão gostoso como comigo, nem com mulher nenhuma nem mesmo a esposa dele, e nunca tinha chupado com tanto tesão um cuzinho como chupou tanto o meu, despedimos e fomos dormir, apaguei de tão cansado minha pele ainda tinha as marcas da lingerie e da boca dele, acordei bem tarde com a bundinha dolorida de tanto dar rsrsrs, nos vimos durante o dia e a tarde fomos para um barzinho tomar cerveja como bons amigos, ele adorou e senti o volume subindo quando contei para ele no bar que estava de calcinha fio dental atoladinha, naquele mesmo dia e no fim de semana como nossas esposas estavam fora, o tarado me comeu da noite toda dentro do nosso apto, na sala, no tapete, na cama, na cozinha em cima da cama, no apto deles, ninguém desconfiou de nada nem minha esposa nem a dele, o que rolou entre nós por 2 anos transando sem parar, morando naquele prédio daria muito contos cheios de tesão, como me flagrou parte 2, 3, 4 ou as muitas rapidinhas de madrugada que perdemos as contas quantas foram, rapidinha dentro do banheiro de um bar cheio, dentro do carro, em viagem de férias juntas com as esposas ele me pegou de jeito muitas vezes e elas nem perceberam nada, 3 dias em pescaria dando muito para ele quando acampamos na fazenda dele, na cama deles usando as roupinhas dela, affff dei demais para este meu vizinho tarado, daria dezenas e dezenas de contos reais e verdadeiros como este que relato aqui totalmente verídico, só não cito nomes porque combinamos isto, e o dia que ele me trouxe um presente lindo de são Paulo uma peruca de cabelos castanhos naturais cacheados de 70 cm que custou uma grana alta, pena que tive que me desfazer dela tempos depois, quem sabe ainda conto mais, fico com receio porque mesmo não revelando nomes, algo pode ficar no ar e alguém perceber nossa identidade e também porque combinamos de nunca revelar o que aconteceu porque ele tem família, esposa e filhos enquanto eu era casado mais sem filhos. É bom demais, é delicioso dar o cuzinho bem gostoso!!!!!! Posto aqui algumas fotinhas do meu corpinho que deixava ele louco de tesão, sou uma cdzinha que só vira menina na intimidade abusando de toda minha feminilidade vulcânica rsrsrsrs.

Me exibi e acabei dando pro amigo do meu marido

Ola, bom deixa eu contar uma coisa que aconteceu agora em novembro de 2012, eu e meu marido sempre comentamos sobre eu me exibir com roupas ousadas uma vez eu ja tinha ida comprar pao numa padaria perto de casa com uma mini saia de croche sem calcinha, eu voltei toda molhada de tesao, parecia que todo mundo sabia que eu estava sem calcinha, dai foi amadurecendo essa vontade de ir alem.. dai conversando com meu marido nos bolamos um plano para eu me exibir, ela chamou um conhecido dele na nossa casa, quando o rapaz chegou eu estava deitada no sofa de bunda para cima com uma sainha que eu tenho bem pequena dai o rapaz sentou no sofa da frente e ficou me olhando, ai eu mudei de posiçao e sentei de frente pra ele e fiquei abrindo um pouco as pernas para deixar ele perceber que eu estava sem calcinha. quando ele viu ficou mais agitado foi ai que eu fingi que ia procurar uma revista em baixo do sofa e fiquei de quatro virada pra ele, ai nao deu outra ele começou a passar a mao na minha xaninha e no meu cuzinho dai eu levantei e sentei do lado dele ai meu marido entrou na sala e sentou do outro lado entao eu fiquei no meio deles e eles começaram a passar aas maos em mim, quando eu me vi ja estava chupando o pau do rapaz, e ele chupando minha xaninha, depois eu fiquei de quatro e ele meteu sem do enquanto eu chupava o pau do meu marido, ele metia gostoso e eu chupava o pau do meu marido ai nos invertemos e eu comecei a chupar o pau do rapaz e meu marido começou a me comer e assim nos ficamos ate altas horas depois que o cara foi embora eu ainda dei de novo pro meu marido, ate hoje nos saimos para eu me exibir, eu coloco uma saia curta fico sentada no banco do carro pena que meu marido nao tem muitas ideias para me levar pra eu me exibir, eu quero mostrar que estou sem calcinha quero provocar quero deixar os bicos dos seios aparecendo enfim queria me exibir, se voce quiser me dar umas ideias legais que de pra mim me exibir vou adorar.

Babygirl de shortinho branco na construção

Depois de uma deliciosa noite de sexo animal com o casal babygirl e evilnando, passei a semana sem contato, estava caseiro e chegando cedo em casa, todo desconfiado, mas o Nando me ligou no dia 20, antes de viajar, dizendo que estava com o carro na revisão e se eu poderia passar em sua residência para lhe dar carona até a concessionária. Marcamos às 09h, pois iria passar no serviço antes, neste instante voltou tudo em minha memória e fiquei excitado só em pensar em rever a babygirl, mas a surpresa foi melhor do quê o esperado, pois a babygirl estava em um minúsculo short lycra branco, com uma blusinha colada de malha e um tênis misuno rosa, estava pronta para ir malhar e aguardava minha carona também. Fiquei de pau duro, não baixava de jeito nenhum, ela notou e pegou nele afirmando que adorou aquele cacete e que hoje não tínhamos tempo para nada, afirmei que realmente só tinha uns 40min e que o transito estava péssimo! Quando entramos no carro Nando pediu antes para passarmos em seu apartamento que estava em fase de acabamento, eu sabia qual era seu real interesse, era exibir sua linda esposa para os pedreiros e auxiliares, porém eu não disse nada, pois seria também uma ótima aventura, quando chegamos fomos recebidos pelo responsável da obra que ao notar a babygirl em trajes de academia ficou louco de tesão, pois o short era transparente, curtíssimo e com seu belo bumbum deixava um escândalo, parecia aquelas dançarinas de axé, dava para ver naturalmente o contorno da calcinha pequena branca florida dela e na frente aquele capu de fusca lindo, bucetinha grande, linda e rosada, que já tive a grata satisfação de chupar até o queixo doer, é raspadinha, cheirosa e branquinha. Entramos no prédio e ao subir as escadas os pedreiros paravam de trabalhar para encarar aquela esposa, fiquei um pouco constrangido pelo excesso e risco, pois estava claro que ela queria provocar os homens naqueles trajes, ela é muito gostosa, disse um dos homens que estavam no 4º andar, o outro falou alto e em bom som, vem aqui turma, vem ver um avião que esta chegando, o Nando estava em êxtase, parecia o dono do mundo e a babygirl estava desfilando sua beleza, toda tesuda. Ficamos uns 20 minutos , falei em seu ouvido que ela era muito putinhacasada mesmo e que o Nando nunca mais ia deixar de ser corno, falei que gostaria de comê-la ali naquela obra, junto com aqueles homens todos, alguns já suados, queria ver ela agüentar fuder com todos, ela sorria e falou que um dia iria realizar um loucura dessas, mas hoje não, pois já estávamos muito atrasados, saímos da obra e babygirl muito excitada perguntou se não iríamos para um motel, pois estava muito excitada, fora quando Nando falou que iria viajar no outro dia cedo e tinha que buscar seu carro, neste momento vi que aquela loira gostosa estava decidida a transar naquela manhã, mas não deu certo, o meu pau esta duro até hoje, pois fui obrigado a deixá-los na academia e na concessionária, e voltar a trabalhar com aquela cena de exibicionismo/fetiche organizada por Nando na minha cabeça, não produzi nada no trabalho. O cara é tarado em expor a beleza de sua esposa, fica doido quando ver os homens encarando seu rabão, desejando comê-lo, fico impressionado como nasceu para ser corno, mas tudo indica que a fantasia não é só dele, pois a babygirl é uma Layde no trato com os amigos de Nando, ela realmente comando todos os planos elaborados, é uma parceria que durará muito. Disse que quando ela chega na academia as mulheres ficam puta de raiva, pois a atenção geral fica só para ela, seu bumbum e suas pernas são famosos no local, o horário esta ficando cheio só de macho. Obrigado babygirl, por mais essa boa lembrança de vcs. Até a próxima, pois com certeza em sua cabecinha já tem algo planejado para quando Nando voltar de viagem!

Mostrando a buceta pros frentistas

Numa dessas saídas minhas e do meu marido á noite, decidimos ir ao barzinho novamente pra ver se dava pra eu mostrar a buceta pro garçonzinho como eu tinha dito no meu conto anterior. Mas foi em vão, pois o barzinho tava muito cheio, pois tinha show ao vivo. Quase nem achamos lugar pra sentar. E quando sentamos os garçons levavam um tempão pra vir até a mesa da gente, e pra nossa triste surpresa, ele mesmo não veio...Só o vimos quando chegamos e estávamos em pé ainda, nos demos de frente e meu marido disse que ele tinha olhado pra mim, mas eu mesma nem percebi pois como disse tava muito tumultuado. Ficamos na esperança que ele viria nos atender mas não. Mas mesmo se viesse não daria pois tinha muita gente.Então brinquei com meu marido mesmo, cruzei as pernas várias vezes mostrando a minha calcinha pra ele discretamente. Não ficamos muito tempo ali, pois estava muito entediante. Resolvemos ir embora, ambos com aquela frustração, pois eu estava convencida que iria mostrar a buceta pra ele. Em outra noite anterior a essa, saímos e fomos em outro bar mas lá não achei um garçonzinho como esse, fiquei comportada, mas enquanto meu marido pagava a conta, fui ao banheiro e tirei a calcinha, quando entramos no carro mostrei pra ele, ele ficou muito excitado, e no caminho pro motel, passou em um posto de gasolina pra abastecer o carro, depois pediu o frentista se podia ir ao banheiro e que enquanto isso ele lavasse o para brisas do carro. O frentista se abaixou na janela e me pediu pra fechar o vidro, nisso percebeu que eu usava um micro vestido, do banheiro meu marido viu u ele percebeu que eu estava sem calcinha, mas ele foi muito discreto, não me deixou perceber que ele viu...Mas meu marido viu ele acenando pro outro cara mas tudo muito discretamente. Fiquei um pouco decepcionada pois esperava ver a reação dele mas não teve problema, fomos pro motel e gozamos gostoso imaginando o frentista batendo uma punhetinha em minha homenagem.
        Mas não me dei por satisfeita, fiquei dias com aquilo na cabeça, eu queria ter a certeza que realmente tinham visto a minha buceta, queria ver a reação que eu iria provocar no felizardo que ia ver minha buceta lisinha e molhadinha. Foi então que nesse dia que eu estava contando, após sair do barzinho sem mostrar a buceta pro garçonzinho,resolvi que queria tentar de novo com outro frentista, e fomos pra outro posto, desses 24 horas, pra minha sorte não tinha apenas 1 frentista , tinham 3. E meu marido fez como da outra vez, abasteceu, pediu pra lavar o Pará-brisas enquanto ele ia na lojinha de conveniências. De lá ele via tudo...
        O frentista veio me pediu pra fechar o vidro e como o outro frentista da outra vez, percebeu meu micro vestido. Pra minha grata surpresa esse agiu bem diferente,viu na hora a minha bucetinha que eu distraídamente deixei a mostra(rsrsrsrs), ficou desnorteado, olhava descaradamente e ainda chamou os outros 2. Eles revezavam, um esfregava o vidro os outros dois jogavam água, depois esfregavam de novo e assim ficou por unas 5 minutos. Uma coisa é certa, meu marido sentiu um prazer duplo, com a situação e porque saiu com o carro limpinho, pois nunca vimos tanta dedicação pra lavar um Pará-bisas, lavaram quase que o carro todo(rsrsrsrs).
Foi uma sensação indescritível, fomos pro motel e transamos feito loucos, eu literalmente uma fêmea no cio. Minha buceta de tão molhada com a situação chegava a escorrer, exatamente como está agora, pois só de descrever pra vocês estou louca de tesão e pronta pra gozar bem gostoso. Fotos do dia eu não tenho, mas vou deixar umas de hoje no meu álbum escrevendo o conto. Espero que gostem.
        E até a próxima aventura

Comecamos no cinema e gozamos no carro

Sou a Drika: safada e pronta para aventuras. Meu namorado e o Paulo um cara pegador e tarado: sempre disposto a foder gostoso. Ja saimos com travesti; fomos comidos (os dois!) por um mecanico gostoso; ficamos com uma ex-namorada dele loira e bem putinha; participamos de uma festinha com colegas de futebol. Tudo com carinho, beijo na boca, troca de linguas, arrepios e muito gemido. Na fila do cinema fiquei me esfregando no meu amorzinho, ele de pau duro, dava pra sentir o volume, enorme, apertado na calca. Fazia a maior cara de santo, quem observasse a cena nao imaginaria o quanto o Paulo e safado e tarado. Sentia que a respiracao dele se acelerava. Comecou a passar a lingua no meu ouvido, tive que conter o gemido, meu corpo inteiro arrepiado, minha calcinha molhadinha de tanto tesao. Minha vontade era dar ali mesmo, no meio daquele pessoal todo. Ele me dizia: - quero chupar a sua bucetinha, vou meter a lingua, fazer voce gozar na minha boca. A voz dele rouca e quente me deixou maluca, meus seios ficaram duros e maiores do que ja sao normalmente. Sentamos bem no fundo do cinema, nao lembro o nome do filme e nem o enredo, nao tenho a minima ideia o que se passava na tela. O Paulo de calca jeans e camisa azul clara e eu de vestido preto e calcinha rendada bem pequena e apertada. Ele dizia ao meu ouvido: - me da a sua lingua... quero mostrar como eu vou chupar sua bucetinha. Chupou a minha lingua inteira, meu corpo arrepiado, tinha vontade de gemer alto, me contive (um pouco... rs), minha calcinha inteira molhada. Uma de suas maos estava entrelacada no meu cabelo e a outra ele passava por meus seios. Depois foi descendo. Puxou minha calcinha para o lado e ficou brincando comigo. Podia sentir seu dedo brincando com minha bucetinha. Em meu ouvido: - voce e minha putinha, vou enfiar meu pau inteiro e socar gostoso, meter ate gozar, voce vai gemer e gritar como uma cadelinha faz pro seu macho. Abri a calca do Paulo, cinema escuro, lotado de pessoas prestando atencao ao filme. O pau dele enorme e duro. Afastei um pouco a cueca dele, sentia a pulsacao dele em minhas maos. Um casal que estava a nossa frente percebeu nossa pegacao. Os dois entraram no clima. Dava para escutar o barulho dos beijos e dos gemidos. Fiquei totalmente tarada, minha vontade era chupar o Paulo e o fazer gozar ali mesmo. Ele me mandou ficar quietinha senao seriamos expulsos do cinema. Me puxou pela mao e me levou para o carro. No estacionamento do shopping ele me pegou gostoso. Puxou meu vestido, lambeu meus seios, arrancou a minha calcinha e tirou o pau pra fora. Ele me dizia: - e isso que voce quer... voce e cadelinha e quer que eu soque em voce, enfie meu caralho gostoso nessa buceta apertadinha. Vou comer voce aqui dentro do carro, voce e putinha e nao aguenta nem chegar em casa... tudo bem, seu macho vai foder voce inteira. Deitou o banco do carro. Ele me fez sentar no seu pau, cavalguei bem cadelinha, putinha, vagabundinha. Rebolei no caralho. Ele metia forte e gemia. Podia sentir o suor dos nossos corpos, os vidros embacados. Segurava forte meu bumbum, empurrava minha buceta contra o seu pau. Foi rapido, estocadas fortes, podia sentir o meu macho inteiro dentro de mim. Falei bem dengosa em seu ouvido que ia gozar. Ele me dizia: - goza minha putinha, no pau do seu macho. Gozei bem gostoso, podia sentir meu corpo inteiro tremendo de paixao e tesao. Logo em seguida o Paulo tirou a rola pra fora, coloquei a boca e comecei a chupar, ele gozou na minha boca. Nos beijamos com gosto de porra. Paulo, sou sua namorada-amante-amiga que te adora e ama cada vez que compartilhamos nossos desejos e segredos. Como voce diz: “sem preconceitos, melindres ou frescuras”. Podemos brincar de ser homem ou mulher, inverter as posicoes, voce usar minhas calcinhas e minhas maquiagens. Na nossa relacao nao existe certo ou errado, a unica coisa que importa e o respeito e a liberdade para ser real e ao mesmo tempo personagem.

Namorada de leg branca no trem

Ola pessoal. Esse é o nosso primeiro conto aqui, ja adianto que não tera sexo explicito, mas aos que gostam de exibicionismo irão adorar as experiencias aqui contadas. Sei que muitos não acreditam mas tudo que irei contar é real e aconteceu. Bom pra começar vamos descrever quem interessa e realiza essas experiencias, minha namorada tem 1 e 60, cabelos castanhos com luzes nas pontas, seios medios, coxas grossas e uma bunda grande e empinada, alem de bem redondinha, dessas que as calças marcam ainda mais as curvas e deixam os outros loucos na rua.
Um certo dia, tive a ideia de começar a exibir minha namorada em publico, gosto de ver a reação dos homens ao ver uma mulher gostosa com roupas provocantes e mais ainda quando essa mulher é a minha namorada. Comprei pra ela uma calça leg branca, dessas que marcam muito e são transparentes nas partes que mais esticam, ou seja, partes em que a calcinha aparece. Minha namorada é meio timida, apesar de gostar de sair de salto e com vestidos chamativos as vezes, nunca fez nada com a intenção de chamar a atenção. Conversei com ela pra sair com a calça que havia comprado e uma blusinha azul que caso ela não fique fechando o decote que é solto ele deixa os seios totalmente a mostra, e ela sempre relutava, dizia que essa roupa era de vadia, que usaria só pra mim ou com uma mini veste que escondesse a bunda. Depois de muito insistir ela aceitou sair assim na rua, mas queria que fosse algo que muita gente visse, queria que ela se soltasse, que não conseguisse fugir, que deixasse o maximo de homens tarados por ela, decidi que ela deveria andar assim no trem e metro de São Paulo, detalhe, era uma sexta-feira e ela sairia de onde estava na linha que vai ate Francisco morato e teria que vir ate a estação são caetano na linha que vai ate rio grande da serra, com isso teria que fazer integração na luz e depois no bras, estações muito movimentadas devido a volta dos trabalhadores para casa.Ela saiu de casa por volta das 16:00 e estava vestida de blusa azul que dei pra ela, mas com o decote fechado e indo ate abaixo da bunda, leg branca e salto alto azul. Ao chegar na estação ela me mandou uma mensagem dizendo que o guarda da estação estava a seguindo com os olhos e não parava de olhar, nem disfarçava mais, respondi dizendo que poderia começar o show pois ja tinha o primeiro espectador.Ela abriu o decote, deixando os seios praticamente a mostra, não fosse o sutiã que a essa hora ja aparecia ao menos 2 dedos de cada bojo e quase metade de cada seio e levantou a blusa acima da cintura, deixando de fora a bunda coberta apenas por uma leg branca e um fio dental branca com detalhes em amarelo. Ao ver isso o guarda ficou louco, cruzou os braços e passou a não vigiar mais a estação e sim minha namorada antes recatada e agora exibida. O trem chegou e por mensagem mandei ela escolher o que tivesse mais homens, porem havia lugar para sentar. Ao sentar seu decote se abriu um pouco mais e com isso as atenções do vagão se fixaram nela, alguns a encaravam, um adolescente olhava fixamente para seu decote, havia conseguido o que queria, ela estava se exibindo. Mas queria mais, queria que ela se soltasse, que começasse a se exibir por vontade propria, que tivesse suas ideias. Mandei por mensagem que fosse ate o painel do mapa e ficasse olhando um pouco para que vissem sua bunda e assim ela o fez, disse que ficou vermelha mas que se sentiu muito desejada pela forma como olhavam. Ao sentar novamete, pedi que derrubasse sua bolsa e ao abaixar pra pegar, que se curvasse bastante e demorasse um pouco, dando plena visão de seus seios aos que estivessem a sua frente, ela disse que um senho que estava a frente quase se levanta da cadeira, ela não me disse se era pra ajuda-la ou agarra-la.Ao chegar na luz ela me mandou mensagem me esperando, ia me encontrar com ela la, afinal la iria começar o grande movimento pois ja eram 5 e meia e ela vestida dessa forma poderia sofrer algum abuso, sei que ela merecia isso pela forma que estava vestida, provocando todos aqueles trabalhadores estressados da semana dificil e vendo uma gostosa daquelas mostrando tudo pertinho deles, bastando alguns passos ou centimetros dentro de um vagão para ter aquilo tudo nas mãos. Fingi que estava enrolado no trabalho e disse pra ela dar uma volta na estação para conhecer, ja que é uma estação antiga e bonita. Ela começou a andar e é claro se tornou o centro das atenções, disse que alguns a seguiam e depois mudavam o caminho, uma hora ela teve de subir escadas porem a escada estava quebrada e ela carregava uma bolsa bem grande e parou ao pé da escada antes de subir, nisso para um rapaz ao seu lado, a olha de cima a baixo e oferece ajuda com um sorriso enorme. Ele sobe ao seu lado, ingenuo, deveria ter ficado 1 lance pra tras, iria ter uma otima visão.Cheguei por volta das 6 da tarde na luz, não preciso dizer que ja estava um formigueiro, demorei a achar minha namorada e logo vi que muitos a secavam sem nenhum pudor, apesar de todos locais de entrada nos vagões terem filas, a fila da porta que nós iriamos entrar era a maior de todas e era formada por 40 homens e 3 mulheres, e todos estavam secando a minha namorada. um guarda inclusive mandou um beijo pra ela pouco antes deu chegar ao seu lado.Entramos no trem sem grandes dificuldades e pro azar dela, ela nao conseguiu ficar de costas pra mim, talvez por nunca ter pego trem assim ou entao ja queria provocar mais. Nao preciso dizer que antes de fechar as portas ela ja estava sendo encochada. Os outros que estavam a sua volta tentavam passar as mãos, e 1 conseguiu. ela só me abraçava e me chamava de louco, dizendo que estava se sentindo uma vadia e que estavam abusando dela. ficamos apenas uma estação no trem e descemos para pegar a outra integração, a qual teve alguns seguidores. infelizmente o outro trem não estava tão lotado, mas o suficiente para ela ter de ir em pé novamente e muitos terem o prazer de ver aquela bunda linda aparecendo junto com um fio dental branco que somente aparecia sob a calça, nada escondia.O resto da viagem foi só secadas e caras babando.Ao chegar em casa pude ver que aquele pequeno pedaço de pano que ela chama de calcinha demonstrava que a viagem havia sido boa, depois a recompensei fazendo amor do jeito que ela mais gosta, sendo bem bruto.Bom pessoal, esse foi nosso primeiro conto, espero que gostem. nos proximos contarei como foi a primeira experiencia dela como puta de rua e como minha fantasia de exibi-la chegou a internet atraves de videos e fotos. Quem quiser conferir va ao youtube e procure por "namorada exibida" o nome do meu canal é o mesmo nome que uso aqui, casalexibicionista.Comentem e digam o que acharam, nos gostamos muito de ler a opinião de voces. Abaixo 3 fotos deste conto para que vejam que é real

Se exibindo para o taxista

Queridos leitores do conto erotico,aqui estou mais uma vez para contar para voceis sobre mais um par de chifres que coloquei no meu marido,desta vez foi com um taxista! Numa madrugada quente,saindo de uma festa que fui sozinha,estava a procura de um taxi para voltar para casa. A noite tinha sido regada a bons goles de vinho e muita musica,dancei animadamente a noite toda. Rstava usando um vestido curtinho preto,que deixava transparecer nitidamente minha calcinha pequenina. Fui paquerada por muitos homens nos poucos momentos em que fiquei sozinha. Sempre tinha um garanhao por perto para ver se tinha alguma chance. Enquanto dançava,meu vestidinho subia,deixava bem a mostra minhas coxas lindas e torneadas e a marquinha da calcinha deixava qualquer um de pau duro. Demorei a encontrar um taxi. O taxi que consegui era antigo e o motorista tinha arrancado o banco da frente,para facilitar o acesso dos passageiros. Era um senhor de uns 60 anos e,logo que entrei,ele deu aquela olhada para minhas pernas ,que ficaram bem a mostra quando sentei. Sem tirar os olhos das minhas coxas,perguntou para onde iria, indiquei o local e segui viagem em silencio. No caminho o motorista começou a por suas asinhas de fora. A principio,começou a ajeitar o retrovisor focalizando descaradamente em direçao as minhas pernas. Numa parada no semaforo virou-se para olhar de frente e disfarçou uma conversa comigo. Fico extremante excitada quando me imagino ser seduzida por um estranho. Sei que tenho uma bunda linda,pernas torneadas e compridas,boca bonita e uma lingua macia,umida r quente que adora beijar. Tambem sou grande apreciadora de sexo oral
gosto de sentir todo o tamanho e volume entre meus labios sedentos. Fiquei excitada imaginando ser comida pelo taxista e nem reparei que ele ja encostava o carro em frente a minha casa,que fica bem no finalzinho de uma rua pouco iluminada e deserta. E foi justamente debaixo de um dos poucos postes que a rua possuia,que o motorista estacionou. A corrida tinha dado uns 50,00 reais,e rapidamente veio a minha cabeça dizer que precisaria entrar para pegar o dinheiro. O descarado ja estava virado para tras e propos que eu pagasse de outra forma. Sorri para ele e fiquei com as pernas semi-abertas para que o motorista tivesse aquela visao linda dos meus pelinhos saltando pelos buraquinhos da renda da calcinha. O homem ja estava bem a vontade e nem pouco preocupado,me chamou de gostosa,elogiando minhas pernas,meu cabelo e confessando que ficou louco de tesao assim que sentiu o meu perfume e teve a visao das minhas pernas. Sorrindo safadamente passei a alisar as coxas num movimento de vai e vem fazendo com que o motorista ficasse mais abisado. Ja alisando seu pau por cima da calça pediu a mim que abrisse bem as pernas,para que ele pudesse ver melhor minha minuscula calcinha sendo engolida pelos meus labios vaginais. Abri bem as pernas depois de que ele aceitou a condiçao de nao me tocar. Como ele se comprometeu prontamente,fiz uma sessao de exibicionismo de calcinha e fuquei mais excitada quando vi o pau duro daquele motorista sedento pelo meu corpo. Tirei minha calcinha e entreguei a ele. Ele com uma mao alisava o pau duro e com a outra esfregava a calcinha em seu rosto sentindo aquele cheiro gostoso de femea sedenta por sexo. Como meu novo amigo estava respeitando as regras estabelecidas,fui me sentindo mais segura e fui me soltando mais. Abri bem as pernas e fiquei enfiando um dedo na minha boceta olhando para o pinto duro bem ali na minha frente. Ele se masturbava e falava coisas do tipo. Puta gostosa abre bem essas pernas para mim. Olha aqui o que eu tenho para voce! Eu estava gostando tanto daquela situaçao que deixei ele olhar o meu cuzinho zpertadinho. Virei-me de costas para ele,me apoiei no encosto do banco e deixei minha bunda bem aberta,para que ele tivesse uma bela visao! De costa passei a rebola devagarinho e ele delirava,gemia gostoso se masturbando. Num movimento rapido me virei,abri ao maximo minhas pernas,enfiei dois dedos na boceta e pedi para ele gozar na minha calcinha. Mal acabei de falar e um jato de esperma voou na direçao da minha calcinha que estava na palma da sua mao. Gozei junto,vendo aquela porra escorrendo e ouvindo ele me chamar de putinha gostosa. Um carro passou na rua e ele tentou se recompor rapidamenete. Falei que estava tudo bem e que nao tinha problema. Ele bem nervoso,com a calcinha encharcada de porra em sua maos,tentou devolver-me mas disse-lhe que aquela calcinha seria um presente para ele. Me recompus descir do taxi,agradeci pela corrida e entre em casa!Quem sabe numa proxima corrida,eu acabe indo um pouco mais alem com ele! E eu acabo dando gostoso para ele dentro do taxi! Se rolar um trepada gostosa entre eu e o taxista relatarei tudo nos minimos detalhes para voceis! Beijos a todos

Foi ficar espiando e levou rola

Fui fazer um trabalho em São José do Rio Preto, fiquei eu e na época minha esposa em um hotel no centro. A nega era gostosa, coxa grossa e uma bunda q se ela soubesse usar iria ficar rica.
       A cidade é muito quente e eu só ficava de cueca ou pelado.
       Em uma noite estavamos fazendo amor próximo a janela, já q a cama ficava encostada na janela.
       Percebi q no hotel em frente havia um homem na janela olhando p/ nós. Aí fiz ela debruçar na janela ficando de quatro. C/ aquele bundão empinado e eu fodendo gostoso e olhei p/ o rapaz, ele estava olhando descaradamente e o meu tesão aumentava.
       Passado algum tempo gozei em cima da bunda dela e fomos tomar banho.
       No outro dia fui trabalhar pela manha e por volta do meio dia retornei e ela foi trabalhar e só retornaria à noite.
       Tomei umbanho e saí pelado, fui até o quarto e quem estava olhando? O rapaz da noite anterior. Até pensei q ele olhava minha esposa mais na verdade ele estava é querendo rola.
       Passei a mão na minha rola q já estava dura,e ele colocou um dedinho na boca. Bem putinho mesmo. Pedi seu telefone,e ele foi falando na hora liguei e falei q iria lá p/ comeKlo.
      Ele duvidou, me passou o número do andar e quarto. Sóq p/ entrar no hotel falei q levaria um documento p/ ele assinar. Consegui na recepção 20 minutos . Subi e lá estava ele de cuequinha vermelha. Tirei meu pinto p/ fora e dei p/ ele chupar. Como chupou o danadinho, tava c/ fome.rsrsrs.
       Como ñ tinhamos muito tempo coloqueiKo de quatro e lubrifiquei o cuzinho apertado dele c/ o oleo da camisinha, molhei a cabeça da minha rola c/ saliva e fui colocando bem devagarinho, a putinha rebolava gostoso. Fiquei c/ dó e fui devagarinho. Pois tenho uma rola de responsa.
       Terminamos a foda na ducha c/ a recepcionista ligando. Nem gozei, só a noite q descontei no cu da minha esposa .
       Quer experimentar minha rola no seu cuzinho fale comigo sou d sp capital

Ela chupou meu pau na frente de todos

Sou Alessandro, tenho 25 anos 1,80m 82kg realmente um gato. Estava curtindo minhas ferias em Caldas Novas com meu primo. Saiamos todas as noites, mas uma foi espeial. Era um baile de carnaval, com varias gatas se exibindo. Estava-mos em um canto perto da caixa de som quando olho a minha direita duas gatas nos olhando. Nao demorou muito e fui surpriendido por caricias em meu corpo e uma respiração bem quente em minha nuca. Era ela, um alinda morena com uma micro saia branca que deixava a mostra a fina alca de sua calcinha preta e um top transparente super curto que quando a gata dancava deixava a mostra seus lindos peitos. Na hora ja fique com maior tesao meu pau ja estava latejando, ela logo percebeu pois estava sem camisa e com uma sunga que ja nao segurava mais meu cacete. A gata comecou a se esfregar em meu corpo, fui logo beijando aquela boca carnuda e passando a mao naquela morena gostosa, quando ela se afastou, pensei que fosse ganhar um fora, ate que ela me chamou pra respirar um pouco. Fomos ate seu carro e mau sentei ela ja foi colocando a mao por cima da sunga apertando meu cacete e chupando minha lingua como uma louca, logo a safada colocou meu pau pra fora da sunga e caiu de boca engolindo todo de uma so vez, a gata era uma uma vagabunda chupava, lambia, batia um agostosa punheta e sempre olhando em meus olhos com a aquela cara de puta que tinha. Enquanto a gata me chupava acariciava aquele corpo todo sarado tirei sua calcinha e esfregava meus dedos em seu grelo que estava durinho, quando levantei sua saia pude ver aquelas marquinhas de sol que me fizeram ficar louco, aquela bucetinha linda com poucosa cabelos sendo realcada pelo branco do bikini, fiquei olhando por um tempo mas nao resisti e cai de boca. Chupei a safada de todas as formas, quando ela me pediu para come-la da festa em frente a todos. Nao recusei, entramos no salao e fui logo agarrando a safada, fomos pro meio do salao e ela ja foi logo colocando meu caceta pra fora, bateu um apunheta dizendo que queria meu pau completamente duro. COloquei a gata de costas pra mim e emfiei a mao em sua buceta, e senti que ainda estava toda molhadinha. A safada agarrou meu pau com forca e foi logo estocando minha vara em sua buceta quente. A vadia gemia muito e nao se emportava com a presenca das outras pessoas , gritava e se contoria como uma louca. Eu aproveitando o embalo da musica comeceia a fazer movimentos mais fortes, ate que meu pau saiu e foi de encontro ao seu rabinho. A vadia me olhou com um sorriso safado e disse "o que esta esperando? enfia esta vara no meu cu e me coma com toda forca". Atendi o pedido na hora, a vadiA me deu o cuzinho no meio de todos aguarrei-a com forca e estoquei meu pu em seu rabinho que entrou com um pouco de dificuldade por causa da posicao, quando senti que tinha colocado tudo bombei a morena com toda forca. Quando as luzes se apagaram aproveitei para meter meus dedos na sua buceta e com a outra mao apertar seu peitos que estavam pra fora. Senti que a safada gozava por varias vezes. Ate que disse que ia gozar, ela tirou meu pau do seu cuzinho e se ajoelhou na frente de todos chupando meu pau engolindo todo meu gozo. Gozei muito com tando tesao que a cena proporcionava. Quando as luzes se assenderam ja estavamos saindo da multidao e fomos ate a picina relaxar, quando encontro meu primo com a amiga da morena transando dentro do quiosque de agua-de-coco, meu tesao logo aumentou e entramos no quiosque imediatamente para treparmos novamente. Mas isso e um outro relato que prometo postar

Apenas um último pedido...

Não te trago flores, e nem um anel. Não te trago um carro e muito menos um avião. Não te trago um olhar e nem um sorriso daqueles que eu dou quando te vejo. Não posso te ver, te tocar, te sentir e muito menos te ouvir. Mas de todas as coisas que eu não posso, a mais importante é não te perder, e a única saída que encontro e que está ao meu alcance, é esta carta, ou esse texto, interprete como quiser. Pois é, eu pensei em muitas maneiras e em muitas palavras, acabei não encontrando nada e deixando apenas o tempo passar… Tempo esse, que passa tão rápido quando estou pensando em ti, e mais rápido ainda quando estou ao seu lado. Quem me dera pudesse guardar o teu cheiro em mim, um perfume não tão doce, e nem tão amargo, a medida certa que só encontro em você. A medida certa não só no teu cheiro, mas no teu carinho, nos teus beijos, no teu amor… Ah! as nossas brincadeiras, suas mordidas, teu sorriso, teu olhar…


Estou começando a sair do objetivo do texto, alias já saí, o que era pra ser um pedido, está virando um texto sobre você. Mas eu sou assim, me perco nas próprias palavras quando o assunto é você, uma confusão de sentimentos e palavras, talvez isso se resuma ao um amor, um amor que um dia virá a ser recíproco, onde só haverá nós. Droga! Me esqueci do pedido… Pois então, me desculpa por ser uma confusão, por ser complicado e muitas vezes insuportável. Me desculpa por te fazer um pedido tão informal quanto as palavras que aqui se escrevem. Mas quero que saiba, que o único por quê desse texto ou dessa carta que eu faço, é por medo de te perder. E por fim, aqui estou te pedindo uma única coisa, o seu coração e em troca de darei a verdade, o porquê, e o motivo, e farei com que dessas três coisas, sejam as mais importantes em nossas vidas, uma vida onde estou disposto a passar ao seu lado até meu último suspiro. Prometo ser paciente, atencioso, cuidadoso, ser seu e acima de tudo te farei feliz a todo instante e a cada momento, e em breve te prometo fazer um pedido mais formal, onde eu possa ver teu sorriso e teu olhar. Talvez seja cedo ou tarde demais para pedir, mas você aceita ser minha namorada, futura noiva e mais ainda, Futura esposa?

— Um pedido informal, para uma Garota especial.

O Temporal

Estava voltando do trabalho, quando começou a chover, a principio uma chuva calma, resolvi continuar a pé, já que trabalho proximo da minha casa, mas não demorou muito e começou a cair o mundo, e como estava com uma camisa branca, (é uniforme da empresa), parei para pegar meu guarda-chuva na bolsa, mas não achei, então resolvi continuar andando, e a camisa que antes era branca, ficou transparente, deixando meus seios a mostra. Não demorou muito um carro parou ao meu lado- Oi Isa, entra aqui, eu te deixo em casa. Assustei de inicio, pois não havia reconhecido a pessoa. Olhei com atenção e percebi que se tratava de um ex colega de colégio.


O nome dele é Alex, um moreno, alto, com um lindo sorriso. Como estava ensopada resolvi recusar a carona, mostrando a ele a camisa toda molhada. Claro que ele já havia percebido, pois estava praticamente nua com ela, e claro que ele insistiu. Acabei aceitando, até por que, eu tive uma queda por ele no colégio, queria saber as novidades e aproveitar um pouco da boa companhia dele.Sentei ao seu lado , coloquei o cinto, estava sem graça pois estava molhando todo o carro, até que percebi que o olhar dele e a atenção não era para o carro dele, e sim para a camisa molhada.

Eu como não sou boba, relaxei no banco, deixando ele olhar a vontade, afinal, já era hora de recuperar o tempo perdido, hoje mais madura não deixaria passar nenhuma oportunidade como essa. Puxei varios tipos de assunto, mas ele desconcentrado, ou melhor, concentrado até demais em minha camiseta, não dava muito papo, resolvi esquentar o clima fazer uma pergunta- Alex, ainda esta namorando aquela garota?- Que garota?- Aquela que estudava na classe ao lado da nossa.- Não, não, eu terminei, ela não fazia meu tipo.- Engraçado, não era isso que parecia, vocês ficavam tão juntinhos no intervalo, dava até uma inveja de vocês dois.- Ah é? Inveja do que?- Da forma que você beijava ela, acariciava, sabe... essas coisas de casal apaixonado. Ele logo entendeu minhas intenções e sem enrolação me convidou para conhecer a casa dele. Eu aceitei tambem sem enrolar. Chegando lá, ele pegou uma toalha, e disse que se eu quisesse tomar um banho la para tirar a friagem eu poderia, depois ele me emprestaria alguma roupa. Como estava com muito frio, aceitei, fui ate o banheiro, tirei minha roupa, liguei o chuveiro e lá fiquei alguns minutos. Deixei a porta destrancada apenas para ver se ele seria ousado de abrir para espiar ou se ficaria na dele.

Após 20 minutos debaixo da agua quente desisti de esperar alguma reação da parte dele e saí, como ele ainda não tinha separado roupa nenhuma, saí enrolada na toalha. Fui até a sala onde ele estava e perguntei pela roupa que ele iria me emprestar, ele com um sorriso malicioso disse estar em cima da cama dele, perguntei onde ficava o quarto dele, e ele simplesmente apontou, na hora fiquei com raiva, pois ele nem pra ser mais atencioso me acompanhando ate seu quarto, pensei \"vou me vestir e cair fora daqui\", para minha surpresa não havia roupa nenhuma em cima da cama, quando me virei para ir até ele perguntar da roupa, me deparo com o proprio sorrindo, e sem esperar qualquer reação minha, me agarra e me beija, eu não pensei 2 vezes retribui num longo e intenso beijo. Suas mãos começaram a passear pelo meu corpo, e quando eu percebi a toalha já havia caído e estava nua, totalmente entregue aos braços dele. Ele me deitou na cama, e por cima de mim começou a beijar minha boca, meu pescoço, suas mãos percorrendo meu corpo com destreza, cada toque seu era um suspiro meu, seu labios agora em meus seios, ora chupando, ora lambendo, eu estava entregue e cheia de desejo.

Em extase so com seu toque, esqueci do mundo e entrei de corpo e alma, ele com seus labios foi descendo ate encontrar minha bucetinha, toda molhadinha de tesão, ele me chupava com tanta sede que não demorou muito e eu gozei. Apesar de estar um pouco exausta pois havia acabado de gozar intensamente, quis retribuir, então abri sua calça, coloquei o pau dele pra fora, e que visão, um pau majestoso, já estava pulsando em minha mão, não aguentei e cai de boca nele, passando minha lingua na cabecinha e descendo pela base, subia delicadamente com a lingua, e em seguida abocanhava aquele pau gostoso, enfiando ele na minha boca quase que por completo. Sempre gostei de chupar um pau, e chupar aquele pau estava sendo uma maravilha. Eu fingia que ia parar de chupar, então as mãos dele seguravam minha cabeça e faziam com que eu engolisse seu pau novamente. Estava eu excitada novamente so de chupá-lo, enfiava e tirava seu pau da minha boca, lambia ele todo, minha lingua brincava com ele dentro na minha boca, e ele gemia, então começou a falar umas sacanagens, que eu adoro, e eu fazendo como ele pedia \"Assim, chupa ele, bem gostoso, mmm...\", \"engole ele bem devagar, isso...\", \"passa a lingua na cabecinha... agora chupa, chupa mais forte...\" e eu ficando mais doida ainda de ouvir ele...Então ele se levantou e pediu para ficar na beira da cama e abrir as pernas. Ele pegou o pau dele e enfiou na minha bucetinha de uma vez só, e começou a meter bem fundo, nossa, como ele meteu gostoso, ele enfiava e tirava, dava uns intervalos fora da minha bucetinha, e depois metia de novo, eu gemia de tanto tesão, pedia para ele enfiar mais, pra não parar, queria ele todo dentro de mim. então ele pediu pra eu continuar na beirada da cama, mas ficar de ladinho, assim ficou disponivel pra ele minha bucetinha e meu cuzinho, ele alternava, metia na minha buceta e depois metia no meu cuzinho, eu prestes a gozar pela segunda vez, e ele bombando aquele pau maravilhoso em mim.\"Muito gostoso meter em vc, quero meter sempre agora...\" ele disse, e eu sem forças nem pra responder, so ouvia ele... \"delicia, fica de 4, fica, eu vou meter bem fundo agora, quero fazer vc desmaiar de prazer\", fiquei de 4 e ele já foi enfiando no meu cuzinho, eu tentava fugir pois as vezes ia muito fundo mesmo, entao ele me puxava pela cintura e fazia eu rebolar no pau dele, ao mesmo tempo em que ele metia eu me acariciava meu grelinho, então eu gozei novamente, e ele ainda com folego metendo no meu cuzinho, até que ele tirou e fez eu ficar de frente pra ele, então ele gozou nos meus seios, deixando eles todo lambuzados.

Já estava tarde, fui tomar um banho novamente e vesti uma roupa que ele me emprestou, mas tive que deixar minha calcinha lá, ele disse que eu teria que ir buscar ela outro dia. E então ele me levou para casa.

Contos de Isabelle

Estagiária invicta

Vou tentar resumir essa história, pois essa experiência foi complexa e durou anos. Mas para entender melhor é preciso explicar o que aconteceu muitos anos antes, quando eu era apenas uma menina.
Aos dez anos, devido às constantes brigas dos meus pais, passei a ir mal na escola e brigar com as pessoas. Primeiro com meus irmãos, depois passei a dar respostas mal criadas aos adultos também.
Foi quando bati no filho da vizinha que era alguns anos mais velho que eu, que a minha mãe disse uma pérola que jamais esqueci: “Tome cuidado! Feia, burra, pobre e ainda por cima chata, vai morrer sozinha porque nenhum homem vai se interessar por você. Isso, se não te enbucharem!” Aquilo me machucou muito, mas resolvi mostrar que podia até ser pobre e feia (aos dez anos eu realmente não prometia ser grande coisa, era magricela, dentuça e meus cabelos pareciam os de um poddle), mas que não era burra e que seria desejada sim, e muito!
A partir daí tudo mudou.
Já adolescente meu corpo se desenvolveu de maneira harmoniosa e todos elogiavam, especialmente, minha cintura fina, minha barriga chapada e meus seios firmes e proporcionais. No entanto nunca me senti realmente bonita e desprezava qualquer cantada baseada na minha beleza física.
Quando passei no vestibular para o curso de publicidade aos 18 anos, tinha tido apenas três namorados. Todos bem mais velhos que eu. O primeiro tinha 24 anos quando eu tinha apenas 14. Quando soube que faltavam três meses para eu completar 15 anos, desistiu logo. Tinha medo de ser acusado de pedofilia.
O segundo fez de tudo para tirar o meu selo, mas eu era muito dura na queda, me entregava ao máximo nas preliminares, chegava a gozar com os amassos, mas nunca, JAMAIS, deixava a coisa ir além disso. Eu literalmente usava o pobre-coitado que também acabou desistindo.
O terceiro era um canalha e me estuprou quando fiz o jogo duro que estava acostumada a fazer. Depois daquela experiência, fiquei ainda mais difícil.
No quarto período da faculdade, consegui um estágio numa agência de publicidade. Era ano de eleições e a agência fervilhava. Eu era jovem, inteligente, extrovertida e, diziam, bonita. Muitos tentaram me seduzir, sempre com a mesma história "você é tão linda, tão isso, tão aquilo", ou seja, papo manjado pra conquistar mulher vaidosa. Não tinha interesse por ninguém. Pelo contrário, chegava a ter asco de alguns. Todos os homens daquele círculo tentaram alguma coisa comigo, mas eu seguia invicta. Eles definitivamente não me interessavam.
Depois de algum tempo de rotina, a agência promoveu um coquetel no dia da publicidade. Estava deslocada e para piorar fui abordada por um homem bêbado. Tinha um hálito que misturava cigarro, bebida e dentes mal cuidados e uma pança que parecia até uma bola de pilates. O cara me cuspia enquanto falava o quanto eu era gostosa e segurava meu pulso com tanta força que estava me machucando. Olhei ao redor e ninguém parecia notar o meu desespero. Foi quando o dono da agência onde estagiava, Cleiton, se aproximou e, gentilmente, me afastou do homem.
Ele me levou até o lado de fora, chamou um táxi, pagou antecipadamente a corrida até a minha casa e disse: “O que aquele babaca fez não tem desculpa, mas da próxima vez venha vestida como profissional. Deixe para exibir sua barriga na praia”. Disse isso e voltou para a festa.
No táxi eu me sentia envergonhada e injustiçada. A minha blusa só deixava ver dois dedos de barriga e mesmo assim só estava vestida daquele jeito porque tinha ido direto da universidade para a agência.
No dia seguinte Cleiton mandou me chamar. Fui até a sala dele com o coração a mil, imaginando que seria despedida ou no mínimo, ouviria um sermão. No entanto, ele foi muito gentil e senti pela primeira vez a maciez das mãos dele. Fiquei surpresa ao constatar que ele tinha mãos tão delicadas. E não era por ser metrossexual, pois nada nele sugeria que fosse alguém que se importasse com a aparência. Era feio e meio desleixado. Usava uns óculos com aspecto de velharia, tinha um bigode nada atraente e além disso estava muitos quilos acima do ideal. Enfim, nem quando tínhamos reuniões de briefing eu o notava e a recíproca era verdadeira.
Mas naquele dia foi diferente.
Na sala dele, depois do aperto de mão formal, Cleiton começou a falar. Explicou que o homem que me abordou era um velho amigo, mas tinha passado da conta na bebida, etc. Depois passou a se desculpar. Disse que tinha sido injusto, pois eu sempre me vestia de maneira adequada, blá blá blá. No mesmo instante relaxei e entabulamos uma conversa descontraída.
A partir daí começamos a nos falar com muita freqüência pela rede interna da empresa e nem sempre eram coisas de trabalho. Às vezes parecia que estava teclando abobrinha com outro estagiário, tal o nível da nossa conversa. Noutro dia ele me mostrou uma foto que tinha tirado sem eu perceber. Eu estava com um mega sorriso na cara. Quando vi, pedi pra ele deletar porque meu sorriso naquela foto era de arrepiar. (meu corpo e meu cabelo tinham mudado, mas eu ainda era dentuça e usava aparelhos). Em resposta disse que o mais bonito era o sorriso porque era espontâneo.
Naquele dia não consegui dormir. Estava inquieta pois pensava demais em Cleiton. Era um homem casado, de nível social elevado e para variar bem mais velho que eu. Ele tinha 38 anos e eu tinha acabado de completar 20. Mas a idade não era o que me incomodava, o que me deixava tão inquieta era o fato de pensar nele com tanta freqüência, de sentir a falta dele quando não conversava comigo na intranet, essas coisas...
às duas e meia da madrugada me levantei e escrevi um longo e-mail, explicando como me sentia. Ao mesmo tempo pedia para ele não me interpretar mal, pois sabia que era casado e que estava sendo apenas educado comigo e blá, blá.
Ele respondeu dizendo que realmente, depois do incidente no coquetel passara a prestar mais atenção em mim e estava encantado com a minha inteligência, com minha rapidez de raciocínio e bom humor. E que sim, havia uma química rolando entre nós. Não consigo expressar como me senti naquele momento. Parecia que em meu peito explodia em milhões de fogos de artifício. Pela primeira vez na minha vida um homem se interessava pelo meu intelecto ao invés de secar meus seios ou minha bunda. Ao mesmo tempo estava apavorada porque ele não era nenhum galã.
Aí começou todo o dilema que nos aproximou e nos afastou por cerca de quatro anos. Ele era um homem casado (e feio). Por esse motivo, eu simplesmente não teria coragem de assumir nada com ele, pois me apontariam como “ a amante”. E mesmo que ele fosse solteiro, diriam que eu estava com ele só pelo dinheiro, afinal, todos me diziam que eu era bonita e, na boa, o Cleiton era feio mesmo!
Apesar disso, uma força inexplicável me impelia para ele, por mais que eu quisesse resistir. E continuamos com nossos papos pela internet cada vez mais assíduos e sutilmente mais íntimos.
Num certo dia tive que ficar até mais tarde no trabalho e ele se ofereceu para me dar uma carona. Aceitei. Sabia que tinha chegado a hora H. O carro todo tinha o cheiro dele. Um cheiro que assim como a aparência não era exatamente agradável, mas que me atraía. Começamos com amenidades, mas a tensão era evidente. Falávamos ao acaso, mas dentro de nós, nossos valores morais lutavam contra o instinto sexual.
Cleiton explicou que para não dar o que falar, não costumava dar caronas a mulheres, muito menos estagiárias, mas que... bláblá. O carro prosseguia a menos de 40km/h e os outros motoristas na rua buzinavam irados.
Ele perguntou se podia me levar para um lugar discreto para conversarmos melhor e eu aceitei com o coração acelerado. Eu queria desesperadamente não querer.
Fomos para uma praia não muito longe da minha casa, mas que por ser reserva ecológica era pouco movimentada à noite. Assim que parou o carro ele me deu um selinho, super rápido, assim como criança tímida beija adulto. Por incrível que pareça ele estava mais assustado que eu e ficou me olhando sério. Tempos depois me confessou que estava esperando uma avalanche de impropérios, pois ainda não acreditava que eu estava dando bola para ele.
Disse que sentia a atração entre nós aumentar a cada dia, que não ia forçar nada, mas que era para eu estar ciente que se eu quisesse, ele também ia querer, muito. Mas tudo não podia passar de uma aventura, pois tinha mulher e filhos e não queria magoar ninguém, inclusive a mim. E por isso queria deixar claro as regras do jogo antes de começar.
Eu concordei e disse que não estava disposta a fazer o velho papel da amante que sabia que era a outra, mas queria ser a titular. Acreditava, e disse, que sem querer, começamos um joguinho de sedução e que concluindo aquilo num único encontro, naturalmente cada um ia pro seu lado. Tentava parecer confiante, mas por dentro eu estava em pânico. Imaginava se ele teria mal hálito e como seria abraçar um homem gordo. Não que ele fosse imenso, mas eu sempre tinha saído com homens sarados e com 1,50m de altura e 42kg, tinha medo do que poderia acontecer... Puro preconceito.
Como que para interromper as imbecilidades que passavam pela minha cabeça, Cleiton me convidou para sair do carro.
À noite aquela área ficava com movimento mínimo, apenas alguns carros a alta velocidade. De onde estávamos podíamos observar as luzes da área mais povoada a poucos quilômetros dali. Mal saí do carro e ele me beijou. Era como um “agora ou nunca” para ele. E o beijo me pegou de surpresa. Com medo de demonstrar todos os temores que passavam pela minha cabeça, retribuí. Primeiro correspondi de olhos abertos, sentindo meu coração disparar e o estômago gelar. Numa fração de segundos pensei: “Meu Deus estou beijando um homem feio, gordo e... casado!” Mas no instante seguinte eu só sentia um beijo ardente, uma língua saborosa que explorava cada centímetro da minha boca com uma voracidade e ao mesmo tempo uma ternura impressionantes. Amoleci.
Não sei quanto tempo aquele beijo durou. Eu queria que durasse para sempre! A boca dele era tão macia quanto as mãos que percorriam meu corpo e, dominada pelo tesão, eu já não tinha qualquer reserva. E ao contrário do que imaginei era uma delícia abraçar aquele corpo fofinho!
Ele abriu a minha blusa e começou a explorar os meus seios, totalmente maravilhado. Joguei minha cabeça para trás e deixei que ele fizesse o que sabia, de vez em quando puxando-o pelo cabelos para beijá-lo novamente.
Estávamos a ponto de rolar pelo chão, quando Cleiton parou e pediu para irmos para um motel, pois ali tinha medo de sermos assaltados, flagrados pela polícia, etc. Antes de concordar disse totalmente encabulada que estava menstruada. Ele não se incomodou e disse que não esperava ir até o fim naquele dia (parece até que ele adivinhava como eu era capaz de fazer jogo duro, apesar do tesão).
No motel ele tirou a minha roupa me deixando apenas de calcinha, ficou também só de cueca e voltamos a nos beijar como adolescentes brincando de mão boba. Ele beijou meu corpo inteiro, menos a “zona vermelha” e nem sequer tentou que eu “o aliviasse”. Eu era uma deusa adora por um único devoto. E apesar desse entendimento, não falávamos. Eu apenas suspirava e me contorcia de prazer, enterrando os dedos nos seus cabelos, totalmente entregue, certa de que essa era minha única obrigação; ele totalmente silencioso, como um artesão concentrado, beijava, alisava e mordiscava cada centímetro de pele, do meu rosto ao umbigo, pernas e bumbum. Logicamente não gozamos, mas não foi preciso, aquilo tinha sido apenas um reconhecimento de terreno. E depois de mais ou menos uma hora de muito amasso, tivemos que ir embora.
No dia seguinte meu coração batia alucinadamente à medida que eu me aproximava da agência. Quando entrei no prédio, meu estômago se contraía de nervosismo. Encontrei um e-mail de Cleiton com a seguinte frase: “Você é uma estrada reta para quem tem uma Ferrari de tesão pela vida”. Nada de “Como você é gostosa, tesuda” e outros chavões vulgares. Ganhei o dia.
No ritmo acelerado de campanha eleitoral não dava para simplesmente nos trancarmos num motel e foda-se o mundo. Tivemos que esperar o momento certo, inclusive, para não levantar suspeitas.
Quase duas semanas depois de muitas mensagens cifradas no celular, e-mails poéticos e troca de olhares, finalmente pudemos nos encontrar. Entramos timidamente no quarto de motel, mas depois que começamos a nos beijar nada mais importava. Apenas de calcinha e sutiã e ele de cueca, ficamos de joelhos no meio da cama apenas nos beijando. Aos poucos começou a ação.
Com uma única mão ele abriu o sutiã e terminou de tirá-lo com os dentes. Divertida com a manobra, ri. Ele me virou de costas e começou a beijar minha nuca enquanto suas mãos macias percorriam meus seios e barriga e avançavam lentamente em direção à minha vulva. Era uma competição para ver quem prosseguia mais devagar nas preliminares. Pela primeira vez na vida senti vontade de acelerar o processo ao invés ir mais devagar. Mas eu estava adorando e deixei rolar.
Aos poucos os dedos dele chegaram ao meu clitóris. Eu já estava encharcada de tanto tesão e quando ele puxou minha calcinha, se formou um “fio de mel” que escorreu por uma de minhas coxas. Divertido ele me mandou ter cuidado para não desidratar e prontamente começou a lamber a minha coxa. Foi subindo lentamente até a minha buceta. Me deitou na cama e enterrou a cara no meu “pote de mel” como ele denominou minha bucetinha muito molhada. Delirei!
Já estava com vontade de retribuir tanta “atenção”, mas na posição em que estava só alcançava a cabeça dele. Enterrei meus dedos nos seus cabelos e lentamente puxei sua cabeça. O bigode dele estava lambuzado de saliva e “mel”. Beijei-o sofregamente, adorando o sabor da minha buceta que sentia pela primeira vez. Ele adorava beijar minha boca e ficou empolgado quando passei a chupar a língua dele imaginando ser o pau. Notando a minha intenção, Cleiton falou maravilhado que era a maneira mais sensual com que uma mulher havia pedido para chupar o pau dele. Sorri, satisfeita, ao pensar o quanto nossa química era perfeita, pois não tinha a intenção nenhuma de transmitir essa mensagem, embora fosse o que eu queria.
Imediatamente ele mudou a posição e colocou o pau na minha cara. Era simplesmente impressionante. Não era enorme. Era mais grosso que comprido. Não consegui fechar minha mão em volta do pau e fiquei imaginando como aquilo entraria dentro de mim...
Ele estava com muito tesão e também escorria “mel” do pau. Abocanhei como pude aquela tora e fiquei chupando, lambendo e beijando. Não teve essa de engolir tudo, nem nada disso. Tinha ânsia em chupar aquele pau era contida, então o lambia, beija e sugava com cuidado, com carinho, quase devoção. Estava transtornada pelo tesão e não agia com lógica. Estava à mercê do instinto. Nesse momento Cleiton falou: Isso... chupa com cuidado o seu picolé de carne, com cuidado pra não derreter e escorrer pelo braço... Mas pensando bem, era como eu procedia, como uma criança que não quer deixar escorrer nenhuma gota do seu sorvete preferido. Aquele publicitário era criativo até na hora da sacanagem! E eu sorri com toda volúpia do mundo olhando para ele enquanto chupava aquele cacete tão desejado!
Cleiton era ao mesmo tempo divertido e sensual. Era isso que me deixava tão desvairada de tesão. Seus comentários não tinham nada de grosseiro ou vulgar. Nada de “engole tudo, sua putinha” ou coisa do gênero. Ele tinha uma maneira toda especial de dizer as mesmas sacanagens de uma forma que parecia uma conversa amena.
Nesse ínterim nosso transe foi quebrado pelo telefone. Ele tinha que atender. Questões de trabalho. Eu o segui e comecei a beijar seus mamilos, desci para o pau e passei a beijar as bolas. Meus joelhos começaram a doer no chão frio, levantei a passei a beijar e arranhar bem de leve as costas dele. Cleiton se arrepiava e tentava se concentrar na conversa e conter o riso. Quando ele desligou, eu também parei de provocá-lo e perguntei: “Algum trabalho pra mim, chefinho?”
Ele respondeu: “Sim. Venha para a mesa que vou lhe explicar”. Estávamos ao lado de uma mesinha de granito fixada à parede. Ele me sentou à mesa e se sentou numa das cadeiras. Voltou a me chupar e dessa vez com uma visão bem privilegiada. Lambeu bastante, fazendo comentários sobre a necessidade de eu beber mais água, enquanto massageava meu clitóris com um dedo. Eu simplesmente queria gritar, explodir em mil pedacinhos de tanto tesão, mas apenas suspirava.
Lentamente seus beijos e carícias voltaram a subir barriga acima e ele alcançou minha boca. A posição era milimetricamente perfeita para a penetração.
Com uma cara bem cínica ele me perguntou indicando o pau e a minha buceta: “Será que ele consegue entrar aí dentro?”
Entrando no jogo respondi: “Estava pensando nisso. Não sei... só testando”.
Na mesma hora ele passou a pincelar minha xaninha com aquele pau gordo, mas não tentou penetrar imediatamente. Cleiton conseguia ser mais masoquista do que eu e aquilo era simplesmente fantástico para mim. Acredito até que ele esperava que eu implorasse, mas nisso aí ficamos empatados, ele não tinha pressa e eu também não.
Depois de mais beijos e carícias feitas com o caralho deslizando pela minha vulva, Cleiton passou a forçar a entrada do pau na buceta. Não foi fácil, ele teve que forçar várias vezes, minha buceta era apertada para aquele pau e ao mesmo tempo estava muito molhada, então quando ele forçava, o pau simplesmente escorregava! E,Nossa! Aquilo também era uma delícia!
Ele olhava para mim com uma expressão cínica que me dava ainda mais tesão. Finalmente a cabeça entrou. Nesse momento ele fechou os olhos e ficou parado um instante. Depois olhou bem dentro dos meus olhos e começou a forçar lentamente. Era um momento muito sério. Tínhamos adiado ao máximo aquele minuto. Estava consumando. A partir daquele momento não tinha mais volta. Ele entrou macio, mas me preenchendo toda, uma sensação indescritível. Conseguia sentir aquele pedaço de carne pulsar dentro de mim... Nossa! Nenhuma dor, apenas prazer. Ele começou a cadenciar os movimentos e eu era apenas prazer.
Apesar de tanto tesão ele ia muito devagar. Devagar até para os meus padrões, de maneira que meu tesão exigia algo mais “vigoroso” para atingir o orgasmo. Por outro lado ele não agüentava mais se controlar e tirou o pau antes que gozasse.
Isso me deixou especialmente irritada porque soube no mesmo momento que o pau saiu que nunca mais sentiria tanto prazer com uma penetração na minha vida!
Voltamos para cama, ele já tinha conseguido se controlar e então Cleiton se deitou e me encaixou por por cima dele, de frente para o teto. Comecei a rebolar, tentando saciar meu tesão. O reflexo no teto daquele homem volumoso me segurando pela cintura era um contraste especialmente excitante. Me sentia um brinquedo na mão dele. Cansei nessa posição, então ele me colocou de quatro e continuou a bombar na minha buceta até que finalmente gozei. Um único, mas intenso orgasmo que durou mais tempo do que qualquer orgasmo que tive até aquele dia. E acho que depois também.
Quando caí na cama, tomada pela emoção de um orgasmo tão intenso, Cleiton perguntou se podia gozar na minha cara. Respondi que alterada do jeito que estava ele podia gozar em qualquer lugar! Ele riu e colocou a cabeça do caralho na minha boca enquanto batia uma punheta. Ele gozou. Gozou muito e não só na minha cara. Meus seios e até minha barriga receberam jatos de porra.
Descansamos um pouco, sempre falando coisas divertidas e pouquíssimo comuns para a ocasião. Fomos tomar banho e mais uma vez fizemos sexo, dessa vez mais rápido porque nosso tempo tinha esgotado e Cleiton já estava atrasado para uma reunião. Mais uma vez ele gozou na minha cara.
Esse foi o começo de um relacionamento complexo que nenhum dos dois tinha a menor intenção de assumir e apesar de dizer o contrário, nenhuma intenção de abandonar também.

Vestido branco , calcinha branca

Sou nova, magrinha e do tipo mignon, tenho 25 anos e estou casada faz pouco mais de um ano. Eu e meu marido nos amamos e nos damos muito bem. A historia que relato aconteceu a pouco e foi muito interessante.
Tudo começou num sábado em uma festa que fui com meu marido. Sabia que aquela seria uma noiite memoravel entre nós dois. Festa de gala em um buffet sofisticado. Estava com um vestido justo, todo branco, saia curta na altura de uma minissaia. Ele tinha um zíper atrás e um decote discreto. Tinha até uma meia gola. O bom é que ele é muito confortável. É só por uma calcinha e não precisa usar um sutiã. Pode ser usado numa festa de gala com uma meia calça e salto alto como também serve para trabalhar e passear. É só usar uma sandália de tiras ou um sapato fechado mais discreto com salto baixo. Lá chegando fomos cumprimentando as pessoas conhecidas e sistematicamente trocava-se elegios para tudo e para todos. O salão estava impecável com lustres de cristal, cortinas de tecido pesado em vermelho escuro contrapondo um forro em voal branco com rendas e quase transparente. Havia poucas mesas todas com toalhas também no tom vermelho e branco e poucas cadeiras, razão pela qual conversávamos em pé.
Os garçons passavam com bandejas repletas de salgados e com coquetéis lindos, multicoloridos sempre cobertos por uma espuma. Peguei um para matar a curiosidade e no primeiro gole senti uma pontada de dor de cabeça.
- Hoje não é dia para se ter dor de cabeça, pensei com meus botões. A noite é para ser longa e preciso estar em forma e tranquila.
Pedi licença e falei para meu marido que ia procurar um remédio para dor de cabeça e que já voltaria. Fui até onde estava guardada minha bolsa e fui até a cozinha, pedi um copo de água e ao tomá-lo, senti novamente a cabeça latejar. Tinha por intuição que aquele remédio não ia funcionar. Então falei com a moça que me arranjou o copo de água que eu achava que a dor não ia passar. Ela me falou para tomar um remédio mais apropriado que ela tinha em seu armário. Então lhe acompanhei até o vestiário.
Ela entrou no vestiário e eu fiquei no corredor. Logo depois ela veio e me deu o remédio. Nesse momento vindo da cozinha passou um moço vestido com smoking mostrando que trabalhava no buffet.
-Posso ajudar? Ele falou.
Depois de breve explicação de que queria tomar o remédio ele pediu para acompanhar. Entramos na primeria sala onde era o escritório do Buffet, abriu um frigobar e de lá tirou uma garrafa de água importada. Estava surpreendida mais para beber aquela água do que para tomar o remédio.
Ele falou para sentar e me deu o copo com água e eu tomei o remédio. Longe do burburinho da festa, ali estava calmo e eu me sentia bem. Agradeci a gentileza e para não sair de imediato perguntei se trabalhava no Buffet.
Ele explicou que trabalhava durante o dia e preparava cardápios. Depois me disse que muita dor de cabeça passa com uma simples massagem na nuca.
Voce me permite?
Vendo meu olhar de ansiedade para fazer desaparecer a dor, deixei que ele fizesse uma massagem na nuca. Com a ponta dos dedos ele massageou a minha nuca e o meu ombro. Senti a dor desaparecer por encanto. Até hoje não sei se foram os remédios ou aquela mão me massageando que me fizeram sarar da dor. Voltei a me sentir tão bem que me levantei e olhei bem dentro dos seus olhos lhe agradecendo. Eu vi um sorriso de satisfação e naquele olhar direto e não pudemos resistir e nos beijamos por alguns segundos. Sua mão direita pegou na minha mão esquerda e percebi que ele observou a minha aliança. Discretamente, fazendo menção de sair eu novamente agradeci. Foi quando ele falou.
- Olha, aqui tem meu cartão, Meu nome é Eduardo, se precisar de mim me telefona, qualquer hora, qualquer dia.
-Meu nome é Cristina, a gente se fala.
Guardei o cartão na bolsa e voltei para a festa. Com a ajuda do Eduardo, aquela noite realmente foi memorável, entre eu e o meu marido. Depois eu só ficava pensando por que nos havíamos beijado? Qual foi a atração que nos pegou naquele momento? Seria só agradecimento ou havia algo a mais?
Na segunda feira lá pelo meio dia, estava no trabalho saindo para o almoço, quando meu marido me liga.
- Benzinho, eu tenho que fazer uma viagem para Porto Alegre, vou com meu chefe tem um negocio para ser fechado. Volto em dois dias. No máximo depois de amanhã. Vou passar em casa, fazer a mala e ir direto para o aeroporto.
- Está bom, lhe falei,
-Me liga quando chegar. Beijos
-Beijos
Eram 4 horas da tarde e ele me liga dizendo que já estava em Porto Alegre. Pouco depois, por molecagem ou curiosidade, liguei para o Eduardo.
-Oi, sou a Cristina, lembra-se de mim?
- Lembro claro, como poderia esquecer? Não paro de pensar em voce .
- Aquele beijo? É, eu também. Não me sai da cabeça. Você me desculpa, sou casada, não tinha por que...
- Ah! Eu adorei, só queria entender melhor o porquê, se a gente pudesse conversar sem pressa? E não se desculpe, eu percebi que você é casada, talvez por isso eu gostaria de entender melhor. Voce tem um tempo?
Se for essa noite tudo bem, meu marido está fora.
- Eu saio do trabalho às 6 horas, posso te pegar.
Marquei com ele as seis e mais alguns minutos na porta de uma livraria na Av. Paulista perto do trabalho dele, mas longe o suficiente da minha casa e do meu trabalho. Sabia que em frente da livraria tem um lugar onde é possível estacionar para entrar ou sair um passageiro. Falei que iria com o mesmo vestido branco que assim seria mais fácil dele me reconhecer. Ele me falou que era pontual. É só chegar uns minutos antes, sem esperar muito ou ficar de bobeira por que nessas horas a gente não quer encontrar com qualquer conhecido.
Saí do trabalho, fui até em casa e deu tempo de tomar um banho rápido e me arrumar. Coloquei o vestido branco e uma calcinha branca bem fofa com elástico na cintura e nas pernas. Estava me sentindo confortável, peguei um taxi e fui até a Av. Paulista.
No caminho pensava que não deveria ter dito que meu marido tinha viajado, Ele poderia querer se animar mais do que deve.
Ele chegou na hora combinada, entrei no carro, sorrimos um para o outro. Ele me mostrou uma sacola cheia de comida e falou.
- Vamos até meu apartamento. Eu preparo a janta, É minha especialidade. Sou formado na melhor escola de Chef du Cusine. Depois é mais discreto e seguro. Lugar cheio de gente pode não ser a melhor indicação para nós.
- Pode ser? Concorda? Sinta-se livre. Não quero te constrange-la por nada.
- Eu concordei, estava curiosa para saber o que iriamos comer.
No seu apartamento, ele me pediu para escolher uma música e ligar o som. Feito isso, fui para a cozinha onde ele cortava uns legumes, camarões enormes, pedaços de carne e também separava pequenas cumbucas cada uma com um molho diferente.
Fiz um gesto para ajudar e ele sorriu. Pegou dois copos tipo tulipa e abriu um champanhe. Encheu até a metade e me deu um.
Tim-Tim, bebericamos um gole e novamente nossos olhares se cruzaram como da primeira vez que nos beijamos.
Peguei dois pratos, talheres e uma toalha de mesa. Fui para a sala e montei a mesa com duas cadeiras uma do lado da outra seguindo uma sua instrução.
Ele trouxe uma vasilha cheia de coisas picadas e um gril desses de fazer sanduiche.
- Um tepan para dois, comentou. Estávamos sentados um bem do lado do outro. Ele encheu o gril com legumes.
-Primeiro vão os legumes que assam rápido. Borrifava um molho transparente como água e assim que assados ele ia pondo no prato e novamente enchia o gril com mais comida.
Com certeza, aquela preparação estava dando uma fome. As nossas mãos substituíam o garfo e se mantinham ocupadas em esvaziar o prato.
Na segunda fornada vieram os camarões. Para cada tipo de grelhado tinha um molho especial e ele sempre os regava com um molho da garrafa plástica.
- Que tem aí? Perguntei.
- O trivial, água vinagre, óleo, pouca mostarda, salsa e cebolinha. Ah! Eu ponho pimenta do reino e nós moscada também.
- Tudo era muito delicioso, e suave. Tempero na medida certa. Sabor que só um grande um grande Chef é capaz.
Para frente, a fome foi cedendo e a satisfação de estar ali era a melhor possível.
As mãos já não iam exclusivamente para o prato, percebi que algumas vezes eu passava a mão nas suas costas como um largo abraço, e que as mãos dele algumas vezes se apoiavam na minha coxa.
Bebíamos devagarzinho, quando outra vez ele tirou do gril dois grandes camarões colocando um em cada prato. Peguei o camarão do seu prato e coloquei metade na minha boca deixando que ele pegasse a outra metade com a sua boca. Daí para frente, mais nos beijávamos que comíamos.
Então as mãos já se entrelaçavam e com frequência eu acariciava suas costas ou colocava a mão sobre sua cintura apoiando o braço na sua coxa.
Comecei a sentir que os beijos se prolongavam e que sua mão começava a acariciar os meus seios. A fome agora era outra.
Começou a beijar meu pescoço e em seguida a gente se beijou longamente com a boca semiaberta.
Estava tudo muito bom, muito gostoso. Senti que ele abrir zíper e abaixar a parte de cima do meu vestido ficando os meus seios a mostra. Ele os acariciava e os beijava.
Na mesma reação, ajudei a ele tirar a camisa e passava a mão espalmada no seu peito. Eu me levantei e deixei o vestido cair no chão, ficando em pé com aquela calcinha branca na sua frente. Ele despiu minha calcinha e pude exibir a minha xoxota toda depilada.
Ele me pegou no colo e me levou para seu quarto. Lá tinha uma cama de casal. No tempo que desfiz as cobertas e sentei sobre o lençol, ele se despiu e sentou-se do meu lado. Começamos de novo a nos beijar e se abraçar de todos os modos.
Ele me abraçava e beijava meu pescoço. Então me reclinei no travesseiro e ele começou a beijar e lamber meus seios. Começou a beijar e descer para a parte abaixo dos seios, quando coloquei as mãos na sua cabeça e fiz menção dele voltar a me beijar na boca. Vi que ele entendeu e veio vindo para cima para me beijar.
Nessa hora, percebi que estava toda entregue a ele. Já não conseguia mais articular uma palavra sequer e em instantes eu percebi que iria ser toda dele. Olhava para ele com o olhar de uma presa que caiu numa armadilha e que esta prestes a ser devorada. Acho que só as mulheres conseguem ter esse olhar de que sabem que não tem como escapar e por outro lado desejam não poder escapar.
Junto com um beijo, senti estar sendo penetrada bem devagarzinho e até o final. Sentia o peso do seu corpo e estava tão gostoso, que percebi que iria gozar. Ele tirava e me penetrava bem devagar. Na terceira ou quarta vez eu gozei me abraçando aquele homem. Ele continuava a me comer, coloquei as mãos sobre a sua coxa, fui levantando passando pela sua bunda e subindo nas suas costas. Agora eu tinha certeza que alguém que não era meu marido estava me comendo e me fazendo gozar.
Então, me concentrei nele queria com o meu corpo o satisfazer totalmente. Eu já tinha gozado e agora queria que ele gozasse bem gostoso.
Continuava a me comer gostoso, abracei suas costas e com a mão quase na sua nuca o acariciava. Olhando para ele consegui sussurrar no seu ouvido.
- Vai amor.
Ele aumentava a frequência e eu queria corresponder mais. Estava muito gostoso e logo comecei de novo a sentir que novamente iria gozar. Era o ritmo de como ele me comia era a respiração que denunciava que iriamos gozar e então gozei novamente ao mesmo tempo em que senti que ele estava gozando dentro de mim. Abraçava-o e beijava-o agora eu era a mulher que o satisfazia e ele era um homem que sabia me fazer sentir nas nuvens e gozar.
Ficamos parados uns minutos um do lado do outro. Pensava que jamais poderia ter perdido essa oportunidade embora no fundo gostasse do meu marido.
Fui até o banheiro, notei que ele tinha gozado bastante e pensei:
- Ele goza muito, se houver outra oportunidade vou primeiro chupar para que ele goze bastante e gostoso na minha boca. Ria sozinha. Deixei o gozo molhar meus dedos e levei na boca para sentir o seu gosto. Depois me limpei me enxuguei e voltei para aquele ninho.
Deitei do seu lado e na posição em que fiquei minha mão direita encostava no seu pau. Então o segurei e o acariciei, foi aquele pau que me fez gozar. Ficamos ali conversando e eu não larguei o pau dele. Era como para dizer que queria mais, mas era mais para deixa-lo bem gostoso e tesudo.
Passou acho que uma hora e então senti que o seu pau foi ficando entumecido na minha mão. Olhei nos seus olhos e beijei sua boca. Ao mesmo tempo minha mão fazia uns carinhos mais fortes no seu pau. Ele estava deitado com o peito para cima e comecei a beijar seu peito, seu umbigo até que me aproximei do seu pau. Olhei para ele como quem olha um troféu e o beijei. Aproximei da minha boca e o chupei bem gostoso. Queria vê-lo gemer de tesão. Chupei bastante, ele então me pegou pelas axilas e me trouxe até o travesseiro. Beijou minha boca e começou a me beijar e chupar os seios, a minha barriga e começou a chupar minha xoxota. Que gostoso, ele chupou bastante e eu iria para as nuvens novamente. Passei a perna dele por cima da minha cabeça, agarrei seu pau e ensaiamos um sessenta-e-nove, muito bom.
Lembro que as relações com meu marido tem sido discreta, faz algum tempo que a gente não tenta um sessenta e nove. E ficar segurando o pau do companheiro. Acho que nunca fiz um carinho tão prolongado nele.
- É vou ser mais generosa e mais carinhosa com ele, pensava.
O Eduardo veio na minha direção. Estava com as pernas bem abertas lhe esperando. Ele foi metendo bem devagar e gostoso. A segunda vez é sempre mais demorada e caprichada. Como eu gostava de ver ele me comer, logo fui me excitando e gozei mais uma vez. Ele continuava a tirar e por aquele pau e me excitava novamente entrando em gozo seguidamente. Cada vez que eu gozava eu o chamava de meu amor, meu benzinho. Eu estava muito feliz. Uma hora eu falei
-Assim benzinho
-Gozou mais uma meu amorzinho.
Aquilo me gelou a espinha. Passei a morder o seu pau com a minha bucetinha, e a abraça-lo bem apertado e murmurei:
- Você me chamou de meu amorzinho, vem que sou toda sua. Me come, assim, bem gostoso.
Ele demorou um pouco mais. Eu me excitava e gozava, tinha perdido a conta de quantas vezes foram, quando sentir sua respiração ficar mais ofegante e senti ele gozar. Eu o abraçava e o acariciava, queria que ele se sentisse bem gostoso naquele momento.
Como foi bom, Virei para o seu lado e cruzei as pernas para não deixar escapar o gozo daquela maravilhosa relação. Nossas bocas se tocavam Minha mão acariciava aquele rosto bonito fazendo que ele se sentisse o macho que me deixou toda fodida.
Conversamos um pouco mais, estava cansada, mas não exausta. Ainda nos acariciávamos. Falamos do trabalho, da relação de casado. Ele revelou que estava afim de uma garota que era amiga de uma vizinha e às vezes aparecia pelo prédio e falava muito do seu trabalho que era bem interessante.
Pelas tantas ele me falou:
-Posso te pedir uma coisa amorzinho? Se você não quiser não precisa, Não vou ficar descontente por isso.
O que é? Fiquei curiosa.
- Queria meter em você mais uma vez. Pode?
Eu sabia que iria adorar e queria aceitar aquela terceira vez, Aliás, ele nem precisava pedir.
- Meu amor, meu corpo está aqui. Se você quiser, vem. Estou para você. O que você pedir eu faço.
Ele me beijou, acariciou meus seios e veio em cima de mim. Segurei seu pau, que já estava duro como uma rocha e fui ajeitando para ele entrar dentro da minha bucetinha. Achei que não iria mais gozar. Só que seria gostoso estar com ele em cima de mim me comendo. Pensava que ele iria demorar demais, por isso deixei que ele tomasse as iniciativas.
Foi igual, logo fui me excitando e cada vez que ele me apertava minha respiração denunciava o quanto estava amando aquela relação. Ele por sua vez também se excitou rapidamente e mais uma vez gozei junto quando sentia seu gozo uma vez mais dentro da minha xoxota.
Desta vez estávamos cansados e o sono viria em seguida. Desta vez deitei de lado, mas com as costas voltadas para o Eduardo. Ele me abraçou apertadinho, agarrando meus seios e senti o seu sexo no rego da bundinha e então ele falou:
- Agora sei por que se beijamos naquele dia. Nossos corpos precisam um do outro.
- Voce é maravilhosamente gostosa.
Sorri ao mesmo tempo em que concordava com ele. Trancei uma perna sobre a outra para não perder aquele gozo inesquecível. Ele puxou as cobertas e me cobriu. Olhei no relógio ainda era 9 horas da noite. Estava quentinha grudada no Eduardo, sentia seu sexo encostado na minha bundinha e sua mão no meu seio. Então dormimos.
Quando acordei, olhei no relógio passava um pouco das 4 horas. Dormimos mais de 7 horas sem parar e na mesma posição, pois acordei exatamente sentindo o pau do Eduardo no rego da bundinha e suas mãos no meu seio. Levantei, fui até o banheiro e tomei uma ducha. A ducha tinha muita água quente, era deliciosa. Tinha uma toalha limpa que achei que era para mim e de novo fiquei limpinha enxuta e cheirosa. Era muito cedo, voltei para a cama e deitei de lado na mesma posição até sentir encostar a bunda no sexo do Eduardo.
Ele acordou e estava sorrindo, virei o rosto para cima. Ele me beijou e me acariciou. Comecei a sentir seu pau crescer atrás de mim. Mais algumas carícias e como estava deitada de lado, escorreguei a perna de cima para frente, empinei a bundinha para ele me penetrar a traz. Segurei o seu pau e dirigi a ponta para comer meu cuzinho. Ele correspondeu, como sempre. Com um pouco de pressão, a cabeça do pau entrou e então ficou fácil dar uma marcha ré e o fazer entrar todinho no meu cuzinho.
O que mais gosto de dar o cuzinho é sentir o pau entrando nele. Depois quando ele entra e sai várias vezes, se sente menos. O Eduardo parecia saber e por isso ele tirava bem devagar, quase pondo todo o pau para fora e então voltava a penetra-lo todinho. Eu gosto. É delicioso sentir quando o pau vai entrando. Numa dessas, ele tirou tanto para fora que o pau escapou. Foi delicioso sentir ele me penetrar novamente.
- Que delícia amor. Exclamei.
Muitas mulheres falam que se masturbam enquanto dão a bundinha. Eu não, curto demais ter o cuzinho bem comido. Isso era outra coisa que faltava no meu marido, ele preferia muito mais comer a buceta a comer o cuzinho. Se ele soubesse como eu gosto, ele comeria meu cuzinho mais vezes.
Às vezes eu virava o rosto para que ele visse como estava satisfeita e para que ele me beijasse. Outas vezes punha o braço nas suas costas acompanhando o movimento dele me comendo. Em pouco tempo ele gozou. Gozou gostoso e gozou bastante. Apertei o cuzinho, sentei na cama e dei-lhe um imenso beijo de satisfação por estar na cama daquele macho.
Ele foi para o banheiro tomar um banho. Fui junto. Tomamos um banho junto, nos lavamos e aproveitamos para nos acariciar, beijar lamber e se chupar.
Ainda era muito cedo, deitamos nos cobrimos e tentávamos dormir um pouco mais, pelo menos descansar.
Mais para frente acordamos, Virei para o seu lado e começamos a nos beijar de novo. Ele veio por cima de mim e voltou a me comer. Que mágica tinha aquele homem que me fazia sentir uma mulher fogosa e gostosa. Fui ficando cada vez mais excitada, e ele acompanhava aumentando a frequência das estocadas do seu pau na minha xoxota e sem resistir comecei a gozar sem parar até sentir que ele também enchia minha xoxota com seu gozo.
Ele deitou do lado e eu me virei para o outro lado, trançando e apertando a perna para ficar com o seu gozo dentro de mim. Ele me cobriu e voltamos adormir mais um pouco.
Quando acordei vi que o dia começava a clarear. Queria dar um último abraço e agradecer aquela noite maravilhosa, mas nos enroscamos de novo e tive mais uma vez que ceder para aquele moço dar a sua terceira. Foi uma metida para não se esquecer. Novamente gozamos junto. Fiquei tão feliz que fiz questão de beijar e chupar aquele pau melado que me satisfez toda aquela noite.
Já era minha hora, Quem entra no trabalho as 8 era eu. O Eduardo tem o horário do comercio e entra às 9 horas. Fui até a sala, achei minha calcinha e o vestido branco. Calcei os sapatos, arrumei o cabelo e o batom. Quando voltei na sala, o Eduardo tinha preparado café, leite, pão bolacha, geleia, mel. Ele desceu toda a prateleira do armário. Queria me agradar de qualquer jeito.
- Ninguém sai com fome daqui de casa, brincou.
- Oh! Meu amor, não se preocupe comigo.
Tomamos um café junto, dei-lhe um grande beijo e saí. Passei em casa, troquei de roupa e fui direto para o trabalho.
Durante o dia sentia que alguma coisa escorria e deixava minha calcinha molhada.
-É o Eduardo, ele goza bastante. Pensava.
Quando meu marido voltar, vou atiçar para que ele de uma terceira. Ela é ótima. Vamos ver se durmo peladinha e grudadinha nele como fiz com o Eduardo. Com certeza vou ser bem mais generosa e carinhosa com ele.
Na hora do almoço meu marido me liga
-Amor, resolvemos tudo por aqui, estou voltando agora a tarde. Você pode me pegar no aeroporto? Chego as 7 horas.
Meu marido vai chegar todo cheio de tesão como ele sempre faz. Às vezes penso se nessas viagens ele não me trai. Homens tem tanta oportunidade além de que em todo lugar está cheio de boates e casas de mulheres. Mas acho que ele não me trai, pois sempre volta cheio de tesão me procurando.
Quando saí do trabalho fui até em casa. Tomei um banho me deixei limpinha e cheirosa. Fui até a gaveta das calcinhas, coloquei outra calcinha branca, vesti novamente o vestido branco e fui para o aeroporto.
Tem que ser o vestido branco com a calcinha branca, estão me dando sorte.